Teoria do não-objeto, de Ferreira Gullar
Em seu texto, Ferreira Gullar mostra, a partir de exemplos de outros artistas e suas obras, uma tentativa de se afastar do tradicional, produzindo novos objetos especiais, que ele chama de “não-objeto”. Esse “não-objeto” seria uma síntese de experiências sensoriais e mentais. Ele transforma o espaço, fala por si.
A questão é: como os artistas tentavam quebrar a barreira do tradicional, para criar esses objetos especiais?
A tendência passou a ser eliminar as molduras e as bases, nas pinturas e nas esculturas. Com isso, perde-se o meio-termo entre o fictício e o real, fazendo com que as obras se comuniquem melhor com o espaço exterior e fiquem livres de “qualquer significação que não seja a de seu próprio aparecimento”.



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