Processo de produção e produto da interveção

O lugar escolhido pelo grupo foi a Praça da Canoa. Inicialmente, realizamos uma performance para conhecer o local com o corpo e fizemos uma rede de implicações para identificar os elementos e as sensações que a praça causam. Posteriormente, fizemos entrevistas com visitantes e funcionários e, a partir delas, concluímos que se trata de um lugar calmo e que passa despercebido por quem visita o museu, sendo muitas vezes somente um local de passagem.

Logo após começamos a pensar no que de fato seria a intervenção. Mudamos de ideia muitas vezes, passando por luzes, fitas que bloqueassem a passagem e sons. Por fim, decidimos fazer 5 câmaras escuras e penduramos pela extensão do local para convidar as pessoas a permanecer e integrar a questão visual. Além disso, colocamos um som na entrada com sensor de aproximação para chamar atenção e um som de natureza na cabana para despertar tranquilidade e curiosidade nos visitantes.

Processo de confecção das caixas:

Pendurando o barbante e as caixas no local:

Tentando fazer a eletrônica funcionar (não dei certo :/ ):

Tudo pronto e várias pessoas interagindo:


Apesar dos problemas técnicos, ficamos felizes que a outra parte da intervenção funcionou e não dependia da primeira. Muitas pessoas passaram pelo local para usar e se mostraram curiosas para saber mais sobre.

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